sexta-feira, 26 de outubro de 2012

St. Aubyn's houses em S. Nicolau

Nestas fotos, a primeira casa que se vê à esquerda da Igreja (casa e quintal) era a residência da família de João Francisco St. Aubyn, meu sogro. Aí nasceram todos os seus filhos.
Nesta 2ª foto, consegue ver-se ao longe (1ª casa à esquerda no monte Lombinho) a velha casa de Edmund Charles St. Aubyn 

Uma vista melhor e mais completa do Largo da Igreja de Nª Sª do Rosário (uma das igrejas mais antigas de Cabo Verde). Ao centro, de costas, está o busto do Dr. Júlio José Dias, um trisavô materno de Francisco St. Aubyn, um médico benemérito que doou a sua casa para aí passar a funcionar o primeiro seminário-liceu de Cabo Verde. 

Um pequeno apontamento do interior da casa de
João Francisco St. Aubyn

A velha casa de Edmund Charles St. Aubyn em S. Nicolau

Da velha casa que Edmund Charles St. Aubyn (avô paterno de Francisco St. Aubyn) mandou construir por um arquitecto inglês, em S. Nicolau (Cabo Verde), pouco resta, já que foi vendida, revendida, ampliada com obras que a descaracterizaram...enfim, coisas do tempo! Ainda temos uma ou outra foto antiga que, por milagre, veio parar às nossas mãos, mas as melhores imagens deverão estar algures talvez com algum familiar num país qualquer... 
Encontrei este post num blogue dos "Nazarenos" que se referia a essa casa, com uma foto sua pouco feliz evidenciando as adaptações "assassinas"...mas não deixa de ser agradável ter esta recordação:

            Lombinho passou à história
 

"A residência pastoral “Lombinho” em Ribeira Brava, São Nicolau, deixou de ser propriedade da igreja do Nazareno. Devido ao seu avançado estado de degradação, optou-se pela permuta com a Câmara Municipal de Ribeira Brava, tendo a igreja recebido em troca, um apartamento em São João, na Vila. Lombinho tem história. Aquele castelo construído no século passado pelos ingleses, passou a ser propriedade da igreja do nazareno em 1957. O saudoso Sr. Luciano de Barros foi quem fez o negócio.
Tudo certo. A igreja não tinha possibilidades de o recuperar. Parece que havia outra saída a não ser, vende-lo ou trocá-lo. Optou-se pela troca directa.
Temos um receio pessoal. Agora o Lombinho é da Câmara Municipal e parece que vai ser recuperado para servir de centro cultural de Ribeira Brava. Sendo assim, poderá haver bailes e festanças no espaço. Mas já imaginaram bailes e festas no “Tabernáculo”, local que foi santuário, altar de oração, de cânticos sagrados e de culto. Já imaginaram o racionalismo cristão a usar o nosso “ex-Tabernáculo” para uma sessão espírita?
Agora, o remédio é esquecer “Lombinho”. Mas fica a grata lembrança de “Lombinho” ter sido nosso."