Enfim... custou mas foi! Saíu finalmente o livro com todas as músicas e letras do Zeca Afonso, com os poemas, as partituras e até os acordes cifrados. É uma ferramenta imprescindível para quem quiser conhecer com rigor, a obra do Zeca.Tive a honra de colaborar neste trabalho com o Lóio, esclarecendo alguns detalhes harmónicos das músicas que gravámos nos anos 60. Rui Pato
Faço minhas as palavras de Edgar Canelas: "Esta é a Balada das Baldas de Despedida de Coimbra"_do 6º Ano Médico de 1958/59_Autor da música e da letra: Fernando Machado Soares_Canta o próprio autor
Dois mestres em diálogo: Carlos Paredes não se limita a ser um mero acompanhador, ao estilo clássico, e faz a sua guitarra entrar em diálogo, quase de igual para igual, com a voz de Luiz Goes.(do programa Alma Lusa)
valsa por um tempo que passou por CORDIS Cordis oferecem-nos uma interpretação diferente de "Valsa de um tempo que passou", de António Portugal. Piano+guitarra, uma nova abordagem estética de excelente qualidade.
Um clássico da canção de Coimbra, "Asas Brancas", de Afonso de Sousa, gravado em 1966_Um tema lindíssimo interpretado com a magnífica qualidade dum grupo de nomes famosos: António Bernardino, António Portugal, Manuel Borralho e Rui Pato.
(Um extracto da entrevista de Edgar Canelas a Rui Nery, no programa "Alma Lusa")
De Coimbra nada se fala... Ontem, em horário nobre, na RTP1, assisti a um programa - Trovas Antigas - cujo tema era "A guitarra portuguesa". Os apresentadores eram Carlos do Carmo, Vieira Nery, Fontes Rocha e Raúl Nery. Assisti, com atenção aos 45 minutos desse programa. Muito se falou de Armandinho, Jaime Santos, Fontes Rocha, Raúl Nery, Ricardo Rocha, etc, etc, todos, sem dúvida, grandes vultos da guitarra lisboeta; fui aguardando, expectante que alguma coisa se dissesse sobre a guitarra de Coimbra... Espanto meu! A certa altura, um dos apresentadores falou de um guitarrista que "não era nem de Lisboa nem de Coimbra", de nome Carlos Paredes. Espanto maior! Uma breve referência a Artur Paredes que era "autor duma música popular, para ser dançada, que ele apenas adaptou à guitarra". Mais nada! Com atenção, sempre aguardei que se falasse de Antero da Veiga, de Pinho Brojo, do Jorge Tuna, do António Portugal, do Francisco Martins, do Eduardo Melo, do João Bagão, do Octávio Sérgio, mas... nada! A guitarra tocada em Coimbra foi pura e simplesmente ignorada! ......... .............................(Artigo de Rui Pato, de 30/10/2010) Ver artigo completo em http://guitarracoimbra.blogspot.com/search?q=
"Alma Lusa", de Edgar Canelas_ Os dois primeiros temas são: -"Preciso dum copo de vinho", de Afonso Dias e Adriano St. Aubyn -"Vou a jogo", de Afonso Dias, do recente CD "13 Afonso Dias"_Voz: Afonso Dias; piano: Adriano St. Aubyn
(Para ouvir as músicas destes registos é necessário, ao abrir a página, atender às instruções que aparecem em cima para instalar um qualquer suplemento, o que se faz quase instantaneamente. Vale a pena porque há muita música boa nestes registos da Antena1.)
Música do grande compositor argentino Ariel Ramírez e letra de Félix Luna
Dedicada a Alfonsina Storni, uma poetisa, nascida na Europa em 29 de Maio de 1892 que imigrou com os seus pais para Don Juan, na Argentina, em 1896. Em 1901, mudou-se para Rosário (Santa Fé), onde tem uma vida com muitas dificuldades financeiras. Trabalhou para o sustento da família como costureira, operária, actriz e professora. Em 1938, três dias antes de se suicidar, envia de um hotel de Mar del Plata para um jornal o soneto " Voy a dormir".
Consta que se suicidou andando para dentro do mar, o que é poeticamente descrito nesta canção...
“VOY A DORMIR”
Dientes de flores, cofia de rocío, manos de hierbas, tú, nodriza fina, tenme prestas las sábanas terrosas y el edredón de musgos escardados.
Voy a dormir, nodriza mía, acuéstame. Ponme una lámpara a la cabecera; una constelación; la que te guste; todas son buenas; bájala un poquito.
Déjame sola: oyes romper los brotes... te acuna un pie celeste desde arriba y un pájaro te traza unos compases
para que olvides... Gracias. Ah, un encargo: si él llama nuevamente por teléfono le dices que no insista, que he salido…
ADRIANO CORREIA DE OLIVEIRA_16/10/82...Já se passaram 28 anos...Vive connosco na nossa saudade, parecendo que nunca se foi! "Canção com Lágrimas" é de autoria de Adriano Correia de Oliveira e Manuel Alegre.
"Esta gravação foi feita no dia seguinte à criação da melodia pelo Adriano. Tanto a voz dele como a minha viola rescendem a emoção fresca..." (Rui Pato)
"Alguém o viu partir de viola ao ombro. Era Outubro em Avintes. E chovia." (Manuel Alegre)
A mais bela versão de uma das mais perfeitas músicas. Fausto e Zeca, que mais se pode dizer? Magistral. Do álbum "P'ro que der e vier", letra de Eugénio de Andrade e música de António Pedro Braga e Fausto Bordalo Dias.
Um comentário que subscrevo: Que bello Ibrahim. Claro que todavia te quedaba voz, y te queda voz porque nos dejastes esas maravillosas interpretaciones de boleros y de la auténtica música cubana. Espero estés en un lugar especial allá en las alturas , y que sigas cantando como tanto te gustaba. Gracias.
Mais uma prenda que o Adriano nos deixou, com participação nos arranjos de Fausto Bordalo Dias. Imagens do cortejo etnográfico de 2008 das Feiras Novas de Ponte de Lima, Minho.
Sérgio Azevedo (1968-) estudou com Fernando Lopes-Graça na Academia de Amadores de Música e, na Escola Superior de Música de Lisboa, com Constança Capdeville e Christopher Bochmann. Azevedo assistiu a vários seminários no IRCAM e outras instituições, e trabalhou com compositores como Emmanuel Nunes, Tristan Murail, Phillipe Manoury, Luca Francesconi, Mary Finsterer, Jorge Peixinho, Louis Andriessen e Simon Bainbridge. É professor na ESML e colaborador da RDP - Antena 2 desde 1993 e do CESEM. Foi o responsável artístico da edição completa das obras de Fernando Lopes-Graça, iniciativa do Museu da Música Portuguesa.
Pedro Couceiro, com nove anos, canta "Mondego", no Castelo de S. Jorge, em 1980, acompanhado pelo pai Carlos Couceiro (g), Frias Gonçalves (g), Francisco Vasconcelos (g), Ferreira Alves (v) e Carlos Figueiredo (v).
Travadinha, nome por que era conhecido António Vicente Lopes, foi um dos maiores violinistas de Cabo Verde. Era um homem simples, sem qualquer formação musical, mas que ultrapassou os limites da música tradicional do seu país. Em 1982, no Hot Club e em Vilar de Mouros foi um dos três músicos mais famosos (ao lado de Sun Rá e Johny Copland, estrelas do Jazz norte-americano). Tinha um dom de improvisação fora de série, tratava o violino por tu. Morreu com apenas 49 anos, em 13-8-87.
Frias Gonçalves interpreta "Variações em Ré menor" de Artur Paredes, no Castelo de S. Jorge, em 1980, acompanhado por Carlos Couceiro e Francisco Vasconcelos em guitarra, Carlos Figueiredo e Ferreira Alves em viola.
Nascido na ilha cabo-verdiana de São Vicente, Rufino Almeida, também conhecido como BAU, é o autor e intérprete de RAQUEL, tema de abertura do filme de Pedro Almodovar "Hable Con Ella"
Carlos Matos é o pianista, produtor e autor dos arranjos das 13 músicas do DVD "Caboverdianismo". Piano, guitarras, cavaquinho, flauta, saxofone, percussão,...tudo na medida certa e o resultado é esta música caboverdiana de excelente qualidade. Belorizonte é a 2ª faixa deste DVD.
DUARTE COSTA foi um grande mestre de guitarra clássica! Deixou-nos um importante legado. Este vídeo é uma relíquia. Abençoado You Tube! Lembro-me muito bem dele. Tinha uma escola perto da minha casa em Faro. Foi professor do meu filho. Tive um método de guitarra de sua autoria que, infelizmente, alguém me levou por empréstimo, só que não me disse que era para sempre! Ainda não perdi a esperança de encontrar um exemplar em alguma livraria ou num alfarrabista.
Um programa de 1978 dedicado ao Fado de Coimbra enquanto património da cidade, desde as suas origens até ao final dos anos 70.
Neste vídeo Rui Pato relata-nos episódios da sua carreira musical, como se ligou a Zeca Afonso e como foi afastado,...ouvimos Zeca Afonso cantando "Os Vampiros" e um pouco da história da Crise Académica de 1969.
Texto e locução: Sansão Coelho Realização: Rui Ramos
JUAN GELMAN Un maestro literario, una conciencia política - Despedida de dos poetas José, ¿por qué te fuiste? Te escribo a los zarpazos. Pisamos empedrados de pena y le dijeron a tu Pilar que con las lágrimas que se están vertiendo ahora se podrían apagar todas las sequías del mundo. Ese fue tu mester siempre: apagar las sequías del alma y del espíritu. Se acabó tu respirar, pero no las tareas que dejaste: escribir a la vida y reescribirla. Te veo en la estación siguiente del dolor, entero, solidario, generoso, ofendido por el daño al otro, de nacionalidad humano. ¿Por qué te fuiste, José? ¿Cómo arreglamos este agujero sin fondo?
JUAN GELMAN 20/06/2010
Ler artigos relacionados em http://www.elpais.com/articulo/cultura/Agujero/fondo/elpepucul/20100620elpepicul_3/Tes
(Este vídeo parece ser uma gravação dum ensaio.) Grande CHICO e grande grupo!!! Já o disse neste blogue e repito " Chico Buarque é um dos artistas mais completos que conheço. Adoro a simplicidade e a candura com que ele comunica, a sua voz, o seu sorriso, a sua poesia, a sua música...!! Tanta verdade, tanta cultura, tanta filosofia, tanta empatia com o ser humano, com o sofrimento, a alegria, o amor.... Quão difícil é ser-se simples! E ele é-o naturalmente."
Para quem diz que tinha dificuldade em "fazê letra", ele aprendeu e muito bem!!
Faz agora 70 anos que, Aristides Sousa Mendes, um português, licenciado em Direito em Coimbra (1907).Foi Cônsul de Portugal em Curitiba, na Holanda e Bordéus. Os Nazis invadiam a França, muitos refugiados necessitavam do visto para chegar a Portugal para chegarem aos Estados Unidos. As ordens do ditador Salazar eram claras, Todos os Consulados Portugueses estavam proibidos de passar vistos a refugiados! Aristides de Sousa Mendes, Consul em Bordéus, ignorou a ordem e passou a maior quantidade de vistos que conseguiu! Colocou a esposa e os filhos a carimbar vistos, assinou vistos em plena Rua! Com isto SALVOU 30000 REFUGIADOS DOS NAZIS! O ditador Salazar não perdoou. Aristides faleceu na Miséria em 1954. Cinicamente, Salazar, enviou ao irmão de Aristides as condolências pelo falecimento deste!
Enviado por Rui Lopes, autor do blogue http://ruilopesfotos.blogspot.com/
A Espanha está a fazer um esforço para sair da crise, com medidas bem diferentes das que se adivinham por cá. Os meus votos para que consiga. Recordemos uma das mais lindas canções de Lluis Llach, do Álbum "Barcelona"_"Abril 74",que muito ouvíamos nos anos 70.
Uma obra para todos aqueles que, tendo o gosto pela música erudita, queiram conhecer mais sobre os compositores contemporâneos em Portugal.
Setembro 20th, 2007 versão papel Da autoria de Sérgio Azevedo, ele próprio músico contemporâneo, nascido em 1968 em Coimbra, “A Invenção dos Sons” é um obra de referência dedicada à música erudita do Portugal contemporâneo – dos últimos 40 anos. Nesta obra de mais de 600 páginas, pode acompanhar-se o percurso artístico e as ideias de 44 compositores contemporâneos, divididos por três principais épocas – 1958-1978; 1978-1988 e 1988 a 1998. Genericamente, apresentados por uma ficha composta por biografia, obra feita e entrevista, encontram-se neste livro referências a nomes tão importantes como os de Álvaro Cassuto, Cândido Lima, António Victorino d’Almeida, Emmanuel Nunes, António Pinho Vargas, Miguel Azguime, Isabel Soveral ou Luís Tinoco. Excelente obra!
Uma gravação antiga, lindíssima, de Rui Pato, mas sempre actual. Um verdadeiro clássico, uma brisa de ar fresco que nos faz evocar tantas recordações desses difíceis mas belos tempos de lutas, sonhos e esperanças.
Para quem gosta de desafios, para quem quer saber mais, a Escola de Verão de Matemática oferece cursos, palestras e a oportunidade de desenvolver projectos de grupo sobre temas de Matemática e aplicações, que incluem:
Resultados subtis sobre os números e as suas aplicações à Criptografia ou à pesquisa de inteligência extraterrestre. A construção de sólidos com Origami e como costurar curvas. Como uma calculadora REALMENTE não calcula raízes quadradas. Uma viagem pela geometria de um universo esférico. Como enviam os neurónios mensagens entre si, como pode um neurónio fazer operações matemáticas e como é que um mocho localiza de onde provém um som. Jogos de acção, jogos de estratégia e equilíbrio de Nash. O efeito borboleta, ordem e caos. Como repartir conjuntos complexos de coisas usando matemática elementar. e ainda novos projectos em preparação...
A Escola destina-se a alunos que no ano lectivo em curso (2009/10) frequentam o ensino secundário. Para te increveres na EVMAT 2010, deves preencher o formulário de registo disponível em http://cmup.fc.up.pt/cmup/evmat/2010/escVerao_candidaturas.html e enviá-lo até 30 de Junho de 2010. A aceitação da candidatura será comunicada por E-mail até ao dia 15 de Julho de 2010.
Escola de Verão EVMAT 2010 Centro de Matemática da Universidade do Porto Edifício da Matemática da FCUP Rua do Campo Alegre, 687 4169-007 Porto Tel.: 220 402 131 / 93 319 27 63
Com apenas 7 anos, Veronique interpreta dois clássicos, revelando, desde então, talento e musicalidade. Por "coincidência", Veronique é irmã de Miguel e Philippe Raposo!!! Quem sai aos seus...
Maria Virgínia Pestana, que fez parte da primeira turma de mulheres a entrar, em 1917, na Universidade e fundou a primeira república estudantil feminina de Coimbra, completou este sábado (3/04) 111 anos de idade.
Aí, criou a primeira república de estudantes feminina, a Casa Independente de Raparigas, "nos Palácios Confusos", em plena alta histórica da cidade
Eram suas "companheiras de casa" Dionísia Camões, Elisa Vilar e Maria Teresa Basto, recorda, à Agência Lusa, numa voz pausada, Maria Virgínia: "A Dionísia era muito simpática e cheia de valor"; a Elisa era "transmontana, muito boa, eu gostava muito dela"; e a "Maria Teresa era como se fosse minha irmã, o pai dela era meu padrinho".
A sua vida de estudante "foi um tempo muito agradável", diz Maria Virgínia, no tom tranquilo e delicado que mantém, mesmo quando o ouvido exige que a pergunta lhe seja repetida duas, três, quatro vezes.
"Gosto muito de Coimbra. Não é exagero, é assim mesmo", sublinha. E, como que numa demonstração do que afirma, entoa os primeiros versos do fado ‘Saudades de Coimbra’. (notícia do Correio da Manhã)
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Parabéns à Grande SenhoraDrª Virgínia Pestana. Tive a honra de estudar no Liceu Infanta Dª Maria em Coimbra, no tempo em que a Srª Drª Dionísia Camões era a nossa Reitora. Estas Senhoras ensinaram-nos o valor do trabalho e premiavam a excelência. Foram tempos difíceis, mas vividos intensamente e com alegria. Marinela
"Butterflies and Hurricanes" é uma peça do terceiro álbum de Muse, "Absolution". É notável o seu estilo "Rachmaninoffiano". A músca evoca o chamado "efeito borboleta" da teoria do caos, descrevendo como um só indivíduo pode provocar uma enorme diferença; por exemplo, o bater de asas de uma simples borboleta pode influenciar o curso natural das coisas e até, talvez, provocar um tufão do outro lado do mundo...(teoria estudada na Matemática e na Física).
Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês. Quando fechas o livro, eles alçam voo como de um alçapão. Eles não têm pouso nem porto, alimentam-se um instante em cada par de mãos e partem. E olhas, então, essas tuas mãos vazias, no maravilhado espanto de saberes que o alimento deles já estava em ti...
Mário Quintana (Alegrete-RS 1906-1994 Porto Alegre-RS)
Andrés Segovia (Linares, Espanha, 21 de fevereiro de 1893 — Madri, 3 de junho de 1987) foi um grande guitarrista espanhol. Considerado o pai do violão erudito moderno pela maioria dos estudiosos de música... Muitos músicos proeminentes acreditaram que a guitarra de Segovia não seria aceite pela comunidade da música erudita, porque nas suas mentes, a guitarra não poderia ser usada para música erudita. Apesar disso, a excelente técnica de Segovia e o seu toque único atordoaram plateias. Consequentemente, a guitarra não foi mais vista estritamente como um instrumento popular, mas sim como um instrumento apto para tocar música erudita. Em reconhecimento à sua enorme contribuição cultural, foi elevado para a nobreza espanhola em 1981, com o título de Marquês de Salobreña. (In Wikipédia)
Antigos Orfeonistas comemorando esta efeméride, ocorrida em 1959. Lá se encontra Raposo Marques, o Maestro, à frente (o sétimo a partir da esquerda). O senhor das barbas parece ser o Condorcet (Pai) e, atrás do sujeito de casaco claro da fila da frente, está o meu Pai, Manuel de Oliveira e Sousa Cabral. Marinela
Procissão, de ANTÓNIO RALHA _ Interpretação de Philippe e Miguel Raposo, um duo que tem a capacidade de se transfigurar, apresentando-nos interpretações que vão desde a música contemporânea à canção genuína de Coimbra, contribuindo assim para a divulgação da "guitarra de Coimbra" em terras estrangeiras.
Uma linda guitarrada de Artur Paredes, excelentemente interpretada por Frias Gonçalves. Uma das muitas que podemos encontrar no seu site http://www.guitarradascoimbrafg.com/.
Sérgio Azevedo nasceu em Coimbra em 1968. É um compositor português de música clássica e contemporânea considerado um dos mais prolíficos e importantes compositores da sua geração em Portugal. Ganhou vários prêmios de composição, em Portugal e no estrangeiro (como o Prémio das Nações Unidas), e as suas obras têm sido tocadas e encomendadas regularmente em vários países (Espanha, França, Reino Unido, Áustria, Alemanha, Bulgária, Brasil, Colômbia, Canadá , E.U.A., Itália, etc) por prestigiados conjuntos, solistas e maestros... Azevedo compôs mais de 100 obras até à data, na sua maioria para orquestra, e música de câmara. É desde 1993 professor na Escola Superior de Música de Lisboa (Ler biografia completa em http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9rgio_Azevedo)
Sérgio Azevedo_ Concerto for Two Pianos and Orchestra (IV/IV):
Artur Pizarro & António Rosado: pianos
Rádio Nacional de España Orquesta de la Comunidad de Madrid
(Do blog "Memórias e Novidades": http://pedroturner.blogspot.com/2009/07/musica-das-esferas.html) Platão, no "Timeu", descreve um conjunto de conceitos, associando música e matemática, baseando-se em trabalhos de Pitágoras. Mais tarde, Kepler, também associou a música ao estudo das relações celestes. Dizia Kepler: "Os movimentos dos céus mais não são que uma eterna polifonia". Essa "música das esferas" de Platão pode, e deve, ser estudada e interpretada nas suas "polifónicas" vertentes: científicas e filosóficas. O vídeo apresentado abaixo, sem a majestade de R.Strauss, mas com a veracidade da tecnologia aplicada, representa uma das vertentes possíveis da ciência. Podemos pegar nos nossos instrumentos, nos nossos telescópios ,e radiotelescópios, e fotopolarímetros, e mil outros dispositivos para analisar os dados recolhidos...mas, apenas, com o nosso coração,a nossa emoção e a nossa inteligência poderemos aprofundar o significado real da "música das esferas" e, finalmente, entender que para compreender o Universo temos,primeiro, que nos compreender a nós próprios. As "esferas"do nosso íntimo são tão "reais" como as "esferas" que regem as relações astronómicas.
Jorge Peixinho (1940-1995)_ Sobreposições_ Budapest Symphony Orchestra; András Ligeti, conductor.
Um comentário que pode ler-se no YouTube, acerca de Jorge Peixinho: "Obrigado por me dar a conhecer esta obra que desconhecia. De Peixinho conhecia apenas uma obra contemporânea para guitarra clássica. Pelo que ouvi nesta postagem, posso concluir mais uma vez que o nosso país produziu autênticos génios no panorama da composição. Este compositor sabia mesmo o que fazia. 5***** "
Composição de Paulo Jorge Ferreira. João Pedro Silva nos saxofones, Pedro Santos no acordeão e Sofia Neide no contrabaixo de cordas. Espectáculo realizado no Centro Cultural do Poceirão em 10.10.2009.
PEDRO CALDEIRA CABRAL - Interpretação de Philippe e Miguel Raposo
Miguel e Philippe Raposo, dois irmãos portugueses, estudantes e residentes em Bruxelas, revisitam o repertório da música de Coimbra. Para além da tradição, este duo descobre esta música, através de composições personalizadas e peças originais. Interpreta as obras de Gonçalo, Artur e Carlos Paredes, Octávio Sérgio, e António Pinho Brojo entre outros. Philippe e Miguel Raposo actuaram por exemplo no prestigioso Centre Flagey, no MuziekPublique, em Bruxelas , e nos III Encontros Internacionais de Guitarra Portuguesa em Coimbra, no mês de Outubro de 2009.
Miguel Raposo - Guitarra Portuguesa Guitarrista de formação clássica no Conservatório Superior de Mons, na Bélgica, aprendeu a guitarra portuguesa como autodidacta, e estuda o repertório de Coimbra, deslumbrando o espírito da obra de Carlos Paredes assim como a de Octávio Sérgio, seus mestres espirituais. Com a sua guitarra, oferece-nos uma viagem virtual através do mundo lusitano, num misto de tradição e modernismo.
Philippe Raposo - Viola Igualmente guitarrista de formação clássica, proporciona um cunho original no acompanhamento da guitarra portuguesa, alargando assim, o painel de expressão da viola.
Comentários que se podem ler no canal do Duo Raposo: "Tão novos e com tamanho valor! ... Espero vê-los no apogeu . Sinto que ainda estarei, neste mundo, para vos aplaudir freneticamente. Trabalhem meus rapazes!!!Para vossa Felicidade e delicia de vossos admiradores. Serão certamente inumeráveis!
António Zambujo, ao vivo no Teatro de S.Luis, 2008 O que é bom é bom mesmo! Seja fado (ou canção) de Coimbra, seja fado de Lisboa, seja o que for... Eu conheço mais alguém que canta com esta simplicidade. Para mim esse ainda não foi superado. Mas este também vai no bom caminho... Parece que está a conversar calmamente com o público!
O antigo vereador do Ambiente da Câmara Municipal do Funchal, Raimundo Quinta, afirmou, este domingo à TSF, que a história da Madeira já viveu catástrofes «muito piores» e apelou à união de todos para se prosseguir com a recuperação da ilha.
«Não é a maior catástrofe da Madeira. Em 1803 morreram muito mais pessoas, os números oficiais apontam para 600 mortos e há cartas que falam em mais de mil», afirmou.
«O apelo que faço é para que todos nós sejamos capazes de ter ânimo para recuperar esta nossa querida cidade e esta nossa fabulosa ilha que tem uma paisagem e um clima soberbos, mas que tem momentos em que a natureza se enraivece», acrescentou.
Raimundo Quinta não deixou de alertar para a necessidade de se «aprender com os erros cometidos» no que toca às questões ambientais, num momento em que é necessário que “todos” lutem, «em conjunto», para a reabilitação da Madeira.
"Do Choupal até à Lapa" e "Natal dos simples" Último concerto no Coliseu de Lisboa_1983
Por ordem no palco: Octávio Sérgio (guitarra), Sérgio Azevedo (viola), Lopes de Almeida (guitarra) e Durval Moreirinhas (viola)_"Do Choupal até à Lapa" Rui Pato (viola) em "Natal dos simples"
"Grândola Vila Morena"_Galiza_26 de Abril de 2007 Homenagem a Zeca Afonso
Em 29/01/83 Zeca Afonso deu o seu último concerto no Coliseu de Lisboa. Partiu a 23 de Fevereiro de 1987, mas estará para sempre vivo nos nossos corações. Marcou gerações de cantores, de músicos e de pessoas comuns com a sua inigualável voz, a sua tocante poesia e a sua excelente qualidade musical.
"Zeca Afonso foi um notável compositor de música de intervenção, durante um dos mais conturbados períodos da história recente portuguesa. Como compositor, soube conciliar de forma notável a música popular e os temas tradicionais com a palavra de protesto." (ver em: http://www.attambur.com/Noticias/20071t/joseAfonsoBiografia.htm)
Filme dum ensaio do grupo em que estavam presentes: Humberto Matias (viola) Octávio Sérgio, José Ourives e Alcides Freixo (guitarras) Solo de José Ourives
Gravado em 1 de fevereiro de 2010, no mesmo estúdio que o original 25 anos anteriores (Henson Recording Studios, ex-A & M Recording Studios) "We Are The World 25 For Haiti", em que Jones e Richie são os produtores executivos e produtores, foi criado em colaboração com os produtores executivos Wyclef Jean, Randy Phillips e Peter Tortorici; produtores Humberto Gattica e refeito, e co-produtores Rickey Minor, Mervyn Warren e Patti Austin para beneficiar os esforços de socorro haitiano terramoto ea reconstrução do Haiti.
Academy Award-winning roteirista e diretor Paul Haggis (Bater, Million Dollar Baby), cujos próprios esforços pessoais, bem como aqueles de Artistas pela Paz ea Justiça já salvou inúmeras vidas no Haiti, filmou a sessão de gravação privada para criar o vídeo de acompanhamento e por trás das cenas da produção, e serve como director de cinema e como produtor executivo de Jones, Richie, Jean, Phillips e Tortorici.
Os recursos do 25 º aniversário de gravação de mais de 80 artistas e intérpretes. A gravação de We Are The World 25 For Haiti encarna o mesmo entusiasmo, senso de propósito e generosidade como a gravação original, há 25 anos. Cada um dos artistas que participaram, independentemente de gênero ou geração, entrou no quarto com seus corações e almas completamente aberta para se reunindo para ajudar o povo do Haiti.
Carmo Rebelo de Andrade, uma jovem fadista com alma e garra que vale a pena ouvir. Como alguém disse, quando ela canta, sente-se o fado em cada palavra da sua voz, na sua atitude, no sentimento, na expressão do seu rosto, na sua entrega total. Muitos Parabéns, Carminho!
Já que o tempo nos pregou uma partida e não permitiu os habituais festejos de Carnaval, fiquemos com um pouco da alegria e do calor humano da noite de "San Silvestre" em S. Vicente, Cabo Verde.
Acordeão: Marinela St. Aubyn Piano e restante acompanh.: Adriano St. Aubyn
O último grande compositor cabo-verdiano, Manuel d’Novas, faleceu a 28 de Setembro de 2009, na cidade do Mindelo, em Cabo Verde.
Ao longo da sua extensa carreira compôs canções imortais como “Nôs Morna”, “Vida d’um crioulo”, “Lamento d’um emigrante”, “Lisboa, capital di sôdade”, “Travessa de Peixeira” que foram interpretadas pelas vozes sublimes de Ildo Lobo, Bana, Titina, Nancy Vieira, Cesária Évora, entre outras.
Manuel d’Novas gostava tanto de Lisboa que quando regressava das suas longas viagens fazia questão de passar pela capital portuguesa antes de seguir para Cabo Verde. Dizia que era para “lavar a boca” das línguas estrangeiras com que era obrigado a conviver na sua vida de marítimo.
É assim justo que Lisboa lhe tenha prestado uma adequada homenagem póstuma, numa Grande Gala que teve lugar no Fórum de Lisboa, no dia 6 de Fevereiro. (Ver artigo publicado neste blog a 26 de Novembro.)
Palestra Pública Título: Ondas gravitacionais: a Música real das esferas (Gravitational waves: the real music of the spheres)
Hora, data e local: Quinta feira, dia 25 de Fevereiro, 17H30, Anf. FG-120
Orador: Professor Bernard Schutz
O Professor Schutz é o director do Instituto Max Planck para a física gravitacional (Instituto AlbertEinstein) em Berlim. É autor de vários textos universitários sobre Relatividade Geral e GeometriaDiferencial e um entusiastico e cativante palestrante. É também o principal investigador de uma das experiências para detectar ondas gravitacionais: GEO 600.
Esta será uma palestra multi-media, em inglês, sobre as oscilações do espaço-tempo que, segundo a teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein, descrevem a propagação do campo gravítico: as ondas gravitacionais, que se espera venham a ser detectadas durante a próxima década. A palestra terá um filme a correr em simultâneo, incorporando simulações, animações, imagens e os "sons" das ondas gravitacionais, isto é as formas das ondas que esperamos ver, convertidas em sons, com as suas frequências alteradas (quando necessário) para as tornar audíveis. Iremos ouvir os "sons" produzidos por buracos negros e estrelas de neutrões em colisão, supernovas em explosão e do próprio Big Bang. A palestra demora 30-45 minutos e é adequada a qualquer pessoa com interesse em ciência ou astronomia, mesmo sem formação universitária.
Orquestra Clássica do Centro, sob a regência de Virgílio Caseiro e com Paulo Soares na guitarra de Coimbra. A orquestração é de Sérgio Azevedo. Faz parte do CD "Cantar Coimbra", gravado em Março de 2004. (Do Blog http://guitarracoimbra.blogspot.com/)
Viva a Boa Música feita em Portugal! Andamos todos muito distraídos...