Recebi uma receita de culinária como "Comentário" ao artigo "OS ERROS DO "EDUQUÊS, reflexão de Carlos Fiolhais, professor e cientista ".
Julgo que o autor ("Anónimo") se deve ter equivocado e que provavelmente tencionava escrever a receita num blogue de culinária e talvez tenha falta de vista ou esteja a dar os primeiros passos em informática... Certamente não o fez como resposta ao texto nem deve ter confundido os "Eduquês" com uma espécie de broas de Natal!
Acredito que reflexões sobre o ensino e as suas pedagogias não sejam interessantes para qualquer indivíduo. No entanto quando resolvi iniciar um blogue foi com a intenção de publicar artigos de matemática, já que esta é a minha área, pensando poder criar algo do interesse de alguns jovens, apoiando-os com artigos matemáticos, questões motivantes e propostas de resolução. Contava para isso com o apoio da minha Editora, esperando obter os CDs dos livros de Matemática de que fui autora e coautora... Ainda hoje estou à espera desses CDs e sem eles esse meu projecto tornou-se impossível. Desta forma, resolvi virar-me para a minha outra paixão, a Música, e limito-me a partilhar escolhas minhas, com a remota esperança de que um dia esta página possa vir a ser um blogue.
Como estamos na quadra natalícia e este meu blogue é uma miscelânea de temas soltos, provavelmente desinteressantes, inodoros e insípidos, por que não partilhar esta "receita" que "erradamente" me foi enviada como comentário aos "Erros do Eduquês" e assim poder ir ao encontro de certos possíveis visitantes do meu blogue que enjoam com facilidade quando os temas exigem um pouco mais de ginástica intelectual.
Julgo que o autor ("Anónimo") se deve ter equivocado e que provavelmente tencionava escrever a receita num blogue de culinária e talvez tenha falta de vista ou esteja a dar os primeiros passos em informática... Certamente não o fez como resposta ao texto nem deve ter confundido os "Eduquês" com uma espécie de broas de Natal!
Acredito que reflexões sobre o ensino e as suas pedagogias não sejam interessantes para qualquer indivíduo. No entanto quando resolvi iniciar um blogue foi com a intenção de publicar artigos de matemática, já que esta é a minha área, pensando poder criar algo do interesse de alguns jovens, apoiando-os com artigos matemáticos, questões motivantes e propostas de resolução. Contava para isso com o apoio da minha Editora, esperando obter os CDs dos livros de Matemática de que fui autora e coautora... Ainda hoje estou à espera desses CDs e sem eles esse meu projecto tornou-se impossível. Desta forma, resolvi virar-me para a minha outra paixão, a Música, e limito-me a partilhar escolhas minhas, com a remota esperança de que um dia esta página possa vir a ser um blogue.
Como estamos na quadra natalícia e este meu blogue é uma miscelânea de temas soltos, provavelmente desinteressantes, inodoros e insípidos, por que não partilhar esta "receita" que "erradamente" me foi enviada como comentário aos "Erros do Eduquês" e assim poder ir ao encontro de certos possíveis visitantes do meu blogue que enjoam com facilidade quando os temas exigem um pouco mais de ginástica intelectual.
Se não concordou com a reflexão do Prof. Carlos Fiolhais, podia enviar a sua opinião que seria bem vinda...Mas comentar com as broas de Coja só pode ser resultado de uma sentida e incómoda "agressão" do seu universo de interesses que o levou a agredir, por sua vez, quem se expõe, escrevendo e revelando os seus gostos publicamente, ao invés de se refugiar em subterrâneos via email, onde nada se arrisca, tudo se pode dizer, "assinando" trabalhos alheios.
Sendo assim, aqui fica, ipsis verbis, o "Comentário":
Sendo assim, aqui fica, ipsis verbis, o "Comentário":
Broas de Natal à Moda de Coja
Ingredientes 2,5 Kg de abóbora-menina 2 Kg de farinha de trigo 0.5 Kg de farinha de milho 0.5 Kg de açúcar 125 Gramas de fermento de padeiro 0.5 Kg de nozes descascadas 200 Gramas de pinhões descascados 150 Gramas de figos secos 150 Gramas de passas de uva 0.5 Kg de frutas cristalizadas diversificadas 150 Gramas de erva-doce em pó Sal (q.b.) Preparação/Confecção Descasque a abóbora, retire-lhe as sementes e corte-a em cubos regulares. Coloque a abóbora a cozer em água com um pouco de sal. Quando esta estiver cozida, retire-a da água, escorra-a muito bem e deixe-a arrefecer ligeiramente. Misture-a com a farinha, o açúcar, o sal e a erva-doce, num alguidar e amasse tudo muito bem em conjunto. Dilua o fermento num pouco de água da cozedura da abóbora. Junte o fermento diluído à massa, trabalhando-a muito bem. Misture os frutos secos e as frutas cristalizadas previamente cortados em pedaços pequenos, com excepção dos pinhões. Depois de tudo bem amassado, deixe a massa levedar dentro do alguidar, tapada com um cobertor de lã em local morno e sem correntes de ar. Aqueça o forno de lenha. Quando o forno estiver bem quente puxe as brasas para a boca do forno. Traga a gamela com a massa lêveda para junto do forno e começa-se a tender aa broas numa tijela tendedeira previamente polvilhada com farinha. Coloque as broas no forno com o auxílio de uma pá polvilhada com farinha, a fim de cozer, tendo o cuidado de começar do fundo para a boca. Tape a boca do forno. Vá verificando se aa broas não estão a ficar queimadas e, se necessário. abra um pouco a porta do forno. No fim de cozidas, retire as broas do forno e coloque-as a arrefecer.